Untitled

  Release  

O GRUPO DE TEATRO 7 FACES , é um grupo de tablado do município de Itaperuna do interior do Rio de Janeiro, Noroeste Fluminense.

O Grupo teve inicio em 2000, os alunos do Ensino Médio do Colégio Estadual Romualdo Monteiro de Barros preocupados com realidade em que viviam, resolveram apresentar um trabalho que falasse não somente teoricamente, mas que as pessoas pudessem ver e sentir o que poderia acontecer, foi quando surgiu a peça: “NAÇÃO DI CRIMIS” , que falava da discriminação, do preconceito e da desvalorização do ser humano, nos dias atuais.

A primeira formação do Grupo contou com os seguintes atores e atrizes;

*Kátia Amâncio

*Maria Aparecida Amâncio

*Daniel Tadeu

*Gleiciane Dias e,

*Alex Soarez

Hoje 2003, o Grupo passou por diversas transformações. Fizemos apresentações em diversos municípios da Região Noroeste Fluminense, tivemos a oportunidade de conhecer o aplauso e as vaias do público, e tudo isso foi muito construtivo e aprendemos muito.

Atualmente, somos 3 atores: Cleide Ferreira(atriz e cenógrafa), Kátia Amâncio(atriz e diretora) e Alex Soarez(ator e diretor geral).

Nossa última peça foi intitulada “UM OLHAR SOBRE O MUNDO” e estaremos apresentando na Fundação São José, uma instituição de ensino superior do município.

Por que Grupo de Teatro 7 Faces?

De imediato o grupo se chamaria vivArte, depois tendo em vista a admiração de todos integrantes pelo grande poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade decidimos homenageá-lo e tê-lo como patrono.

Poema de sete faces

Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
         disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.

As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.

O bonde passa cheio de pernas:
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos
não perguntam nada.

O homem atrás do bigode
é sério, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos, raros amigos
o homem atrás dos óculos e do bigode.

Meu Deus, por que me abandonaste
se sabias que eu não era Deus,
se sabias que eu era fraco.

Mundo mundo vasto mundo
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.

Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.

Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
         disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.

As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.

O bonde passa cheio de pernas:
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos
não perguntam nada.

O homem atrás do bigode
é sério, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos, raros amigos
o homem atrás dos óculos e do bigode.

Meu Deus, por que me abandonaste
se sabias que eu não era Deus,
se sabias que eu era fraco.

Mundo mundo vasto mundo
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.

Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.

 

Voltar ao menu inicial

Alexsandro Soares

Cleide Ferreira

Kátia Amancio

Fotos

Drummond

Voltar ao menu inicial

Alexsandro Soares

Cleide Ferreira

Kátia Amancio

Fotos

Drummond